quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Temer articula e consegue garantir vitória de Aécio no Senado



Os bandidos são mais unidos que a população!

Esse acordão já foi anunciado há tempos. PT+PMDB+PSDB=QUADRILHA,que agora tem o aval do Supremo Tribunal Federal.

terça-feira, 17 de outubro de 2017

Júlio Paschoal apresenta projetos de sua autoria ao Senador Wilder Morais – É da Minha Conta

Numa agenda produtiva mostrando sua pretensão a deputado estadual pelo PSDB, o economista e professor Júlio Paschoal esteve acompanhando de seu pai ex-deputado Ênio Paschoal e do também ex-deputado Vicente Miguel, em encontro com o senador Wilder Morais (PP), na manhã do dia 28/09.
 

Na ocasião, o pré-candidato apresentou ao senador quatro projetos de sua autoria, sendo um para o setor da Educação, outro na área de Desenvolvimento Econômico, ambos para aplicação a nível nacional, e outros dois para serem aplicados no âmbito estadual, sendo eles o Trabalhando com Jovens e de Estágio para alunos de nível superior, a custo zero para os parceiros, que podem ser desenvolvidos através das Prefeituras, Câmaras ou Associações. 

O senador Wilder Morais elogiou os projetos de Júlio Paschoal, considerando-os de grande importância para a sociedade de Goiás e do país.
 [embed]https://www.facebook.com/924956747647117/photos/a.975437292599062.1073741829.924956747647117/1035780323231425/?type=3&theater[/embed]

O número de telefone do “Presidente Temer” circulava na mão de qualquer um


Câmara divulga número do celular particular de Temer na internet


“ESCULHAMBAÇÃO TOTAL”!!! O número de telefone do “Presidente Michel Temer” circulava nas mãos de qualquer um.

sábado, 14 de outubro de 2017

Se aproximando dos Evangélicos, Henrique Meirelles prega austeridade e nega ser candidato – Eu Digo Sempre

Ele afirma que não será candidato em 2018 e assim como faz João Doria, outro que disse que não seria, os movimentos sugerem que Henrique Meirelles pode sim trilhar o caminho das urnas no ano que vem. Só para constar ele é filiado ao PSD de Gilberto Kassab, já pleiteou governar o estado de Goiás, tem trânsito tanto na "extrema" esquerda quanto na direita "ultra" conservadora. Há analistas políticos que defendem que no momento difícil que o Brasil atravessa, somente um nome respeitado por todos pode tirar o Brasil do buraco em que está.
 



Mesmo com uma crise política que insiste em não arrefecer, os indicadores econômicos deram sinais positivos e o otimismo do mercado leva o ministro da fazenda Henrique Meirelles a acreditar que os apelos deram certo e já prepara revisão das projeções de crescimento da economia em 2017 e 2018.

“Tá vendo!”, brinca o ministro, entre risos, em entrevista concedida à Agência Estado na última sexta-feira. 

Na conversa, Henrique Meirelles abordou temas como recuperação judicial, Refis, problemas da economia, e não se esquivou de perguntas sobre religião ou política.

Questionado, Henrique Meirelles diz que se aproximou da Assembleia de Deus porque a igreja “compartilha da mesma mensagem de gastar só o que se ganha” na doutrinação a seus fiéis. Segundo pesquisas, essa igreja reúne um terço dos evangélicos, que são 29% dos eleitores brasileiros. 

“Por formação, sou católico. Estou conversando com todos os setores que apoiam o equilíbrio das contas públicas. Encaro com muito entusiasmo esse apoio dos evangélicos”. 

 Leia os principais trechos da entrevista ... Henrique Meirelles prega austeridade e diz não ser candidato | EXAME

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Ex-apresentadora da Globo se lança candidata à Presidência





— Você acha que a política não tem mais jeito. E aí? Vai deixar nas mãos dos bandidos, dos amigos, dos herdeiros deles?



E convida:



— Vem fazer ativismo político comigo. Sou pré-candidata à Presidência...da República. É sério.



Não antecipa sua plataforma ou suas alianças.



Em conversa com um interlocutor, não se assume liberal ou estatizante na economia. "Mas sei que um país não pode ser governador como uma empresa".



Afirma que tem conversado com algumas pessoas sobre políticas públicas, "gente ao meu redor, mas ninguém conhecido".



E completa:





— Não tenho experiência política. Mas estou me lançando para ver a receptividade.



Valeria Monteiro anunciou que pretende se candidatar à Presidência da República nas eleições de 2018. Distante da televisão desde que apresentou um especial no canal Viva, a jornalista foi a primeira mulher a apresentar o Jornal Nacional, no ano de 1992. 

Em um primeiro momento, ela tem a ideia de fazer uma campanha independente como ativista política. A jornalista diz que está em conversa com alguns partidos, mas que ainda é cedo para escolher uma legenda - o prazo para filiação de candidatos ao Planalto é até abril.

Um dos principais temas alvo de sua preocupação é a corrupção sistêmica somada e o desinteresse dos políticos "por aqueles que deveriam representar". Para ela, a descrença que se tem pela classe política é a sentença ao empobrecimento enquanto nação.

Sobre a falta de experiência, ela diz que espera que a sua independência possa ganhar força perante os eleitores. "Sou inexperiente, mas aprendo rápido".

A ex-apresentadora também é crítica ao atual presidente Michel Temer, que pode não ter dado um golpe, mas governa sem legitimidade.

Aos 50 anos, Valeria Monteiro, além do Jornal Nacional, apresentou o Fantástico, Jornal Hoje e o RJTV. Nos Estados Unidos, onde foi morar após deixar a emissora carioca, trabalhou na WNBC, da NBC em Nova York, e pelo canal Bloomberg. Ela voltou ao Brasil em 2002 e tem uma produtora em Campinas. 

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Planalto se preocupa mais com possível delação de “Geddel" do que com segunda denúncia da PGR





O Palácio do Planalto se preocupa hoje mais com a possibilidade de o ex-ministro Geddel Vieira Lima, preso desde o dia 8, fechar um acordo de delação premiada do que com a nova denúncia oferecida pela Procuradoria-Geral da República na semana passada contra o presidente Michel Temer.

domingo, 20 de agosto de 2017

Temer e Aécio faz articulação em reunião para tirar Tasso Jereissati do comando do PSDB





O presidente Michel Temer chamou na noite desta sexta-feira (18) o senador Aécio Neves (PSDB-MG) para uma conversa, a sós, no Palácio do Jaburu. 
A conversa, que não constou da agenda oficial, durou cerca de uma hora. Esta é a terceira vez em uma semana que Temer e Aécio se encontram. 
Segundo o blog apurou, preocupado com as críticas ao governo lideradas por Tasso Jereissati- e avalizadas por Fernando Henrique Cardoso- Temer articula com Aécio uma operação para esvaziar o grupo do presidente interino do partido. 
A estratégia de Temer é incentivar Aécio Neves a retomar o comando do partido. Assim, ele indicaria um novo interino para a presidência, isolando Tasso. 
Aécio, assim como Temer, foi delatado e gravado pelo empresário Joesley Batista. O senador é alvo de uma denúncia da Procuradoria Geral da República por ter pedido R$2 milhões ao empresário da JBS.
A crise na cúpula do PSDB se acirrou após o programa do partido veiculado na TV na última quinta-feira. Idealizado por Tasso, o programa fez ataques aos chamado "presidencialismo de cooptação" e obteve o aval de FH. 
Após a peça, tucanos ligados ao governo Temer, como os ministros Antonio Imbassahy e Aloysio Nunes, saíram em defesa do presidente. 
Tasso, no entanto, disse não se arrepender do programa, e conta com o apoio dos tucanos paulistas- como João Doria- para manter sua posição. 
Diante do impasse, os principais dirigentes tucanos se reunirão na semana que vem para tentar buscar uma solução para a crise na cúpula. 
Procurados pelo blog, o senador Aécio e o Palácio do Planalto deram versões diferentes para o encontro no Jaburu ontem.
Aécio confirmou a ida ao Jaburu. Mas disse que não foi para tratar de PSDB e, sim, sobre a Cemig: "Esse não foi o assunto tratado. Não teria sentido eu tratar esse assunto com o presidente porque ele não lhe diz respeito. Tampouco ele tocou nesse assunto. O tema da conversa foi exclusivamente Cemig, uma saída para suspender o leilão. Saída que estamos construindo". 
Já a assessoria do Planalto informou que a conversa foi para discutir "política". Sobre ter sido fora da agenda, a presidência respondeu: "Não há nenhuma lei que determine ao presidente registrar os compromissos do Jaburu em agenda". 
Se o presidente gostaria de comentar a articulação para que Aécio retomasse o comando do PSDB, a assessoria respondeu: "O presidente não se intromete na vida interna dos partidos aliados". 
Neste sábado, o presidente Michel Temer foi à residência oficial da Câmara para um encontro com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia. O ministro Gilmar Mendes também participou do encontro.

Depois com a reunião com Aécio, Michel Temer se reúne com Rodrigo Maia



Em uma atitude que tem se tornado rotina nos últimos tempos, o presidente Michel Temer participou na tarde deste sábado (19) de uma reunião não registrada em sua agenda oficial.
Ele se deslocou do Palácio do Jaburu para se encontrar com os presidentes do Tribunal Superior Eleitoral, Gilmar Mendes, e da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), na casa deste último.

A assessoria do Palácio do Planalto confirmou o encontro, mas não disse o que foi discutido. A de Gilmar afirmou que o tema foi a reforma política em debate no Congresso e o parlamentarismo, sistema de governo defendido por Temer e por alguns líderes de partidos governistas. A Folha de S.Paulo não conseguiu falar com Maia neste sábado.

O encontro também não foi registrado nas agendas dos presidentes da Câmara e do TSE.

Com um histórico de idas e vindas e de muito improviso, a reforma política pode ter alguns de seus pontos votados na próxima semana pela Câmara, entre eles a criação de mais um fundo público para abastecer as campanhas e a mudança do modelo de eleição para o legislativo.

Temer e Gilmar já se encontraram outras vezes sem registro oficial em suas agendas.

No último dia 8 o presidente da República recebeu também fora da agenda a futura procuradora-geral da República, Raquel Dodge. A visita veio a público após ser registrada por um cinegrafista da TV Globo, por volta das 22h.

Ela disse à Folha que o motivo do encontro foi a discussão de detalhes de sua posse.

O episódio em que Temer ficou sob ameaça de perder o cargo -a conversa gravada pelo empresário Joesley Batista, da JBS&- também ocorreu no final da noite, fora da agenda oficial da Presidência da República.

Críticas

Gilmar tem se dedicado a debater a instituição do parlamentarismo no Brasil.

Rejeitado pela população brasileira em dois plebiscitos, o último em 1993, o parlamentarismo é composto por um governo comandado por um primeiro-ministro escolhido pelo Poder Legislativo, que pode trocá-lo a qualquer tempo. O atual sistema brasileiro é o presidencialismo.

Gilmar também tem criticado a proposta da reforma política debatida pelos deputados, em especial o ponto que limita mandato de novos ministros do Supremo.

"Não posso deixar de registrar, a proposta de fixar mandato de 10 anos para tribunais é mais uma das nossas jabuticabas [...] Podemos até discutir mandato para corte constitucional, mas não na reforma política. Uma coisa não tem nada a ver com a outra", disse.

Governo não tem votos para mais nada


Base aliada de Michel Temer coloca em xeque a votação da reforma da Previdência.

Nesta terça-feira, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, afirmou que, neste momento, o governo não tem votos suficientes para aprovar a proposta.

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Brasil não aguenta um Governo que entrega tudo aos corruptos






De olho em votações essenciais, Governo nomeia indicado do "Centrão" para o departamento de atenção básica do Ministério da Saúde.

João Salame Neto já foi citado pela Odebrecht por ter pedido 1 milhão e 500 mil reais para a campanha de Helder Barbalho ao governo do Pará, em 2014.

Governo amplia para 159 bilhões de reais as metas fiscais de 2017 e 2018.

Enquanto negocia com o Congresso a aprovação da mudança, o Planalto vai adotar um pacote de medidas para cortar gastos e tentar aumentar a arrecadação

Ministro do Planejamento explica que a revisão era necessária porque “vários órgãos” do governo operam no limite financeiro.

Dyogo Oliveira acredita que agora será possível liberar até 10 bilhões de reais em gastos no orçamento deste ano.

“Governo está literalmente perdido. A recuperação econômica esperada não ocorreu. A situação fiscal é muito grave e o mais fácil é descarregar nas costas daquele que não tem meio de resposta. Vai descarregar no funcionalismo público”, diz Marco Antonio Villa.

Seguidores

Google+ Followers